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	<title>Santos Projetos &#187; Dicas Santos Projetos</title>
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		<title>6 orientações sobre como utilizar papel de parede no banheiro</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Apr 2019 12:17:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Santos]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Pode parecer estranho de início, mas é possível sim utilizar papel de parede no banheiro desde que alguns cuidados sejam tomados. “Para utilizar o produto é necessário observar se é tipo vinílico, pois este resistirá à umidade. Lembrando que é importante que não exista nenhum tipo de vazamento ou infiltração vindo de dentro para fora da parede para garantir que&#160;<a href="http://www.santosprojetos.com/6-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-papel-de-parede-no-banheiro/" class="read-more">Continue Reading</a></p>
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    <div  class="scb-sc-el scb-qm-txt motopress-text-obj"><p>Pode parecer estranho de início, mas é possível sim utilizar papel de parede no banheiro desde que alguns cuidados sejam tomados. “Para utilizar o produto é necessário observar se é tipo vinílico, pois este resistirá à umidade. Lembrando que é importante que não exista nenhum tipo de vazamento ou infiltração vindo de dentro para fora da parede para garantir que o seu revestimento não descole precocemente”, comenta Fernando Santos, arquiteto e diretor da Santos Projetos. Se você gostou da ideia, veja seis orientações do especialista sobre o assunto: </p><p><strong>1 – Solução mais barata</strong> O produto oferece uma solução de mudança de acabamento das paredes do banheiro muito mais barata que a aplicação de cerâmica. Além disso, por terem uma vastíssima variedade de padrões, os papéis de parede contam com possibilidades de combinações visuais que somente usando cerâmica não seria possível ou não seria economicamente viável. Lembrando que, para aplicar sobre acabamento cerâmico existente, é necessário que este revestimento seja coberto por uma camada regularizadora de massa acrílica que deixe a parede bem lisa, pois, caso contrário, o papel irá “filmar”, ou seja, irá marcar as juntas das peças de baixo. </p><p><strong>2 – Obra mais “limpa”</strong> A maior vantagem de <strong>utilizar papel de parede no banheiro</strong> é conseguir mudar o visual do espaço com pouca obra ou com obra mais limpa do que demolindo um revestimento cerâmico para fazer outro. Também, no aspecto estético, os papéis de parede oferecem uma variedade muito maior de padrões e não apresentam juntas. A maior desvantagem é quando há problema de umidade ou infiltração vindo de dentro da parede. O papel de parede não é bom em receber remendos; tem que arrancar o pano inteiro e refazer. </p><p><strong> 3 – Opções para áreas molhadas</strong> Existem papéis de parede próprios para áreas molhadas. Eles são impermeáveis pelo lado do acabamento, ou seja, aquele que recebe água do banheiro. Mas lembrando novamente que se houver algum tipo de umidade ou infiltração vinda de dentro da parede para fora, isso irá comprometer o papel de parede. Certifique-se antes de aplicar o produto. </p><p><strong>4 – Modelos variados</strong> Há&nbsp;uma infinidade de modelos. Podemos separar em alguns grupos: vinílicos (para áreas molhadas) ou de papel (para áreas secas); lisos ou com alguma textura; autocolantes ou com aplicação de cola. Sem contar que o mercado já oferece os modelos 3D que estão em alta. Esta é mais uma vantagem de <strong>utilizar papel de parede no banheiro.</strong> </p><p><strong>5 – Meia parede é a preferência</strong> Nos banheiros, normalmente a preferência é usar o material em meia parede (na parte superior) com padronagens que contrastem com um revestimento cerâmico mais sóbrio na parte inferior. Também pode ser usada uma faixa, tipo rodameio, que faz a transição entre um revestimento cerâmico (normalmente na parte inferior) e uma pintura (na parte superior). </p><p><strong>6 – Manutenção baixa</strong> Tendo sido aplicado corretamente em uma base (parede) bem regularizada e seca, com aplicação sem bolhas ou outros defeitos, a limpeza pode ser feita com pano úmido e produtos de limpeza de baixa agressividade. &nbsp; &nbsp;</p></div>
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		<title>Como fazer o correto fechamento da varanda</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Mar 2018 16:57:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Santos]]></dc:creator>
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    <div  class="scb-sc-el scb-qm-txt motopress-text-obj"><div><span style="font-size: 14px;" data-mce-style="font-size: 14px;">O envidraçamento de varandas é desejado pelos moradores cariocas pelos mais variados motivos, mas existem normas e leis que regulam esse tipo de fechamento. Na cidade do Rio de Janeiro, a lei 145, aprovada em 2014 e regulamentada pelo decreto 39345 do mesmo ano, determina os requisitos para realização do fechamento. Apesar de parecer uma simples instalação, este tipo de fechamento pode oferecer riscos para moradores e transeuntes e pode causar danos graves na edificação. Tipo de vidro, tipo de caixilho e peso adicional na estrutura da varanda estão entre os itens mais importantes a serem observados pelos projetistas e instaladores. &nbsp; Além de todos estes detalhes e, mesmo cumprindo os requisitos técnicos em relação ao fechamento, é necessário que um projeto de arquitetura seja aprovado na Secretaria de Urbanismo, pois a regularização somente é garantida se os parâmetros urbanísticos do imóvel não forem alterados. Sem isso, a regularização vem somente através de um processo de Mais Valia, muito mais demorado e com custo muito mais alto, além de sujeitar o morador a fiscalização e multas. &nbsp; </span></div><div><br data-mce-bogus="1"></div><div><span style="font-size: 14px;">Para esclarecer as dúvidas de síndicos e moradores sobre este tema, o Secovi Rio (Sindicato da Habitação),<span style="text-decoration: underline;" data-mce-style="text-decoration: underline;"> vai promover no dia 27 de março uma palestra sobre o assunto, das 10h30 às 12h30, na Associação Bosque Marapendi (<a href="https://maps.google.com/?q=Rua+Jornalista+Henrique+Cordeiro,+180,+Barra+da+Tijuca&amp;entry=gmail&amp;source=g" target="_blank" rel="noreferrer" data-mce-href="https://maps.google.com/?q=Rua+Jornalista+Henrique+Cordeiro,+180,+Barra+da+Tijuca&amp;entry=gmail&amp;source=g">Rua Jornalista Henrique Cordeiro, 180, Barra da Tijuca</a>).</span> “O fechamento de varandas sempre foi muito desejado por proprietários de imóveis no RJ pelos mais variados motivos, desde redução da poluição sonora e do ar até a sua climatização. Com a nova lei de fechamento de varandas&nbsp;recentemente aprovada pela Câmara Municipal, será possível realizar este fechamento sem haver risco de fiscalizações ou multas tanto pela prefeitura quanto pelo condomínio. Como o condomínio precisa autorizar previamente o fechamento, é importante que proprietários e síndicos conheçam as exigências de projeto e do processo junto à prefeitura”, comenta o palestrante Fernando Santos, arquiteto e diretor da Santos Projetos. As inscrições podem ser feitas em&nbsp;<a href="http://www.secovirio.com.br/" target="_blank" rel="noreferrer" data-mce-href="http://www.secovirio.com.br/">www.secovirio.com.br</a>.</span><br /></div><p>&nbsp;</p></div>
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		<title>Faça você mesmo: como pintar a casa</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Aug 2017 13:46:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Santos]]></dc:creator>
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  <div class="mp-span12 motopress-span"  >
    <div  class="scb-sc-el scb-qm-txt motopress-text-obj"><p>Precisando renovar a pintura da casa e não sabe por onde começar? A Santos Projetos organizou algumas dicas para ajudar você a meter a mão na massa, ou melhor, no pincel, para dar aquela repaginada nos ambientes. É importante conhecer os tipos de tintas oferecidos no mercado, suas aplicações e os itens indispensáveis para a pintura. O arquiteto e diretor da empresa, Fernando Santos, explica que as tintas do tipo acrílica e esmalte sintético são as mais usadas em residências. As acrílicas são aplicadas sobre superfícies emassadas ou cimentadas. As tintas esmalte sintético, também conhecidas como tinta óleo, são aplicadas&nbsp;sobre madeiras, metais, PVC etc. “Ambas têm versões com ou sem cheiro e isso depende do seu diluidor, que pode ser um thinner ou água. O ‘sem cheiro’ da tinta quer dizer que o cheiro dela é muito fraco e não produz efeitos nocivos ao ser humano, mas o cheiro existe. Quando entramos num ambiente recém-pintado notamos o cheiro, mas não é desagradável quanto as tintas ‘com cheiro’”, diz.</p><p>Ele comenta que um produto muito usado atualmente nas residências é o produto époxi, especialmente para cobrir revestimentos cerâmicos vitrificados (tipo azulejo) quando se deseja mudar a cor de um banheiro ou de uma cozinha sem quebrar todo o revestimento existente. Esse tipo de tinta, segundo Santos, é usualmente aplicada em pisos de estacionamento pela sua resistência mecânica e, pelas suas características, precisa de um pintor especializado para aplicação. “Ela tem cheiro forte e sua aplicação no interior de residências deve ser feito na ausência dos moradores, de preferência”, alerta. Ele ressalta que há diferença entre pintar a área externa e interna da casa e isso deve ser levado em consideração no momento da escolha do produto.&nbsp;“As áreas externas ficam sujeitas às mudanças climáticas (chuva e sol, frio e calor). Neste caso, escolha tintas do tipo acrílica que são específicas para áreas externas e fachadas. Elas têm aditivos impermeabilizantes e hidrofugantes, ou seja, que repelem a umidade, que ajudam a aumentar a durabilidade sob condições muito mais difíceis do que nas áreas internas. O preparo da superfície também impacta no resultado de uma pintura externa”, afirma. Com a definição do tipo de tinta, agora é hora de anotar o passo a passo para quem pretende pintar a casa por conta própria:</p><p>– A primeira providência é saber a metragem da área que será pintada (paredes, tetos etc.). Em seguida, é importante analisar as cores. Se vai aplicar tinta da mesma cor da existente, o consumo é normal, mas se for aplicar tinta de cor mais clara sobre uma superfície de cor mais escura, deve-se considerar a aplicação de mais demãos para atingir a cor final ou a aplicação de uma demão de cor branca para “queimar” (amenizar) a cor antiga.</p><p>– O cálculo do rendimento da tinta pode ser encontrado no site de cada fabricante e é dado por metro quadrado para cada tipo de tinta. Primeiro multiplica-se a metragem da área de pintura pelo número de demãos que serão aplicadas. No caso de repetir a cor, duas demãos serão suficientes. Já para cores escuras, é recomendado de duas a quatro demãos. Depois, é só dividir a sua metragem de pintura (já multiplicada pelo número de demãos) pela metragem de rendimento da tinta<strong>&nbsp;</strong>e chegar à quantidade de tinta em litros.</p><p>– Uma dica interessante sobre a forma de comprar as tintas de uma só cor é que uma lata de 18L tem 5 vezes mais tinta que um galão de 3,6L, mas o custo da lata de 18L é, em média, só 3 vezes maior. Então, por exemplo, se o volume de tinta calculada foi de 12 litros, teriam que ser comprados 4 galões de 3,6L, num total de 14,4L de tinta. Neste caso, vale mais a pena comprar uma lata de 18L que custa, em média 3 galões, mas com um volume de 5 galões.</p><p>– Supondo que a superfície já está pronta para receber a pintura, será necessário comprar: lona plástica preta para cobrir o chão&nbsp;e mobiliário; rolos de fita crepe para prender a lona em locais específicos que se deseja proteger; rolo de 23cm com espuma antirespingos; bandeja de 23cm; pincel de 5cm&nbsp;para arremate de cantos e pequenos detalhes que seriam impossíveis de pintar com o rolo; extensor de 2 a 3 metros (depende do pé direito do local). Se for utilizar tinta tipo esmalte sintético, deve-se ter um kit a parte com rolo de espuma, normalmente de 15cm ou menor, além de bandeja compatível. <strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Boa sorte na pintura! E não esqueça de enviar para contato@santosprojetos.com&nbsp;uma foto de como ficou o ambiente! &nbsp;</strong> <strong>&nbsp;</strong> <strong>&nbsp;</strong> <strong>&nbsp;</strong> <strong>&nbsp;</strong> <strong>&nbsp;</strong><br /></p></div>
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		<title>O revestimento ideal</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Aug 2017 14:32:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Santos]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Pintura, cerâmica, madeira, granitos e mármores são alguns tipos de revestimentos disponíveis para quem pretende reformar a casa ou o ambiente de trabalho. Mas, antes de planejar a obra, é importante contar com a ajuda de um arquiteto ou engenheiro, pois eles estão aptos a avaliar os espaços e a determinar quais materiais são mais adequados e a quantidade ideal&#160;<a href="http://www.santosprojetos.com/o-revestimento-ideal/" class="read-more">Continue Reading</a></p>
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    <div  class="scb-sc-el scb-qm-txt motopress-text-obj"><p>Pintura, cerâmica, madeira, granitos e mármores são alguns tipos de revestimentos disponíveis para quem pretende reformar a casa ou o ambiente de trabalho. Mas, antes de planejar a obra, é importante contar com a ajuda de um arquiteto ou engenheiro, pois eles estão aptos a avaliar os espaços e a determinar quais materiais são mais adequados e a quantidade ideal a ser usada. “Estas dicas evitam o desperdício de material e ajudam a reduzir custos da obra. Costumo dizer que não existe um revestimento para cada ambiente e sim como eles são usados em cada local. Claro que há materiais contraindicados para certos espaços, como piso em madeira para ambientes molhados – banheiros, cozinha, área de serviço – porque a água vai deteriorar a madeira. Mas você pode usar a madeira em detalhes fora do piso, como parede, janelas e até mobiliário. Tudo vai depender da composição imaginada pelo arquiteto, que leva sempre em conta as características do revestimento frente ao uso e as demandas de cada tipo de cômodo”, explica Fernando Santos, arquiteto e diretor da Santos Projetos. </p><p>Outra dica diz respeito às pedras naturais como granitos e mármores. De acordo com Santos, nem todos os tipos de pedras naturais são adequadas às áreas molhadas, onde geralmente elas são encontradas. “Existem pedras muito porosas que acabam sofrendo alterações de cor com a exposição prolongada à umidade. Porém, essa absorção de água é interessante em locais como a beira de piscinas, onde a Pedra São Tomé, por exemplo, é sucesso garantido. Esta pedra tem uma porosidade que permite a absorção de água e torna o piso antiderrapante”, diz o arquiteto. Nas cozinhas, a recomendação é usar revestimento cerâmico, no entanto, é importante lembrar que as juntas podem acumular gordura ao longo do tempo, comprometendo a higiene do local. “Por isso, prefira peças maiores, a partir de 30x30cm, tanto para piso quanto para paredes, e opte por juntas mais finas. No caso do banheiro, que é mais úmido que a cozinha, vale seguir as mesmas recomendações, mas, por motivos distintos. Na área do box, que muitas vezes forma piscinas quando o chuveiro é muito forte, a medida reduz a possibilidade de infiltração para baixo a partir das juntas. Como os banheiros são tradicionalmente menos ventilados que as cozinhas, peças menores aumentam a chance de proliferar mofo nas juntas. Isso não quer dizer que não seja possível usar pastilhas (2x2cm) ou outras peças pequenas (4x4cm ou 5x5cm) em detalhes decorativos, tipo rodameio, rodateto etc”, complementa. </p><p>Para a sala de estar, o piso cerâmico pode ser até maior, a partir de 40x40cm. “Isso reduz a possibilidade, por defeitos no assentamento, do mobiliário ficar desnivelado. Menos juntas também reduz a possibilidade de tropeços. Além disso, fica mais fácil e rápido lavar seu ambiente após realizar festas ou eventos. Em locais onde serão recebidas muitas pessoas, não é bom revestir pisos e paredes integralmente com cerâmica devido ao efeito acústico, pois a superfície vitrificada do revestimento reflete muito o som e deixará o ambiente mais barulhento”, alerta o arquiteto. As peças grandes também podem ser aplicadas nos quartos, o que evita os tropeços de madrugada. E se você pretende reformar um home office, evite cerâmicas pequenas no piso, até 15x15cm, pois, habitualmente, nestes locais, há cadeiras com rodízios. “A movimentação da cadeira pelo piso produz um som desagradável das rodas nas juntas, o que, além de desgastar mais rapidamente o móvel, também incomoda o vizinho de baixo”. &nbsp;</p></div>
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		<title>Para refrescar com eficiência, segurança e economia</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Aug 2017 14:27:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Santos]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Com os termômetros quase sempre nas alturas, o ar condicionado está sendo um dos aparelhos mais utilizados atualmente. Quem está em vias de adquirir um novo, seja o modelo de parede ou Split, precisa estar atento a algumas dicas e procedimentos para fazer a escolha mais adequada ao perfil. Os modelos Split, por exemplo, estão em alta e oferecem muitas&#160;<a href="http://www.santosprojetos.com/para-refrescar-com-eficiencia-seguranca-e-economia/" class="read-more">Continue Reading</a></p>
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    <div  class="scb-sc-el scb-qm-txt motopress-text-obj"><p>Com os termômetros quase sempre nas alturas, o ar condicionado está sendo um dos aparelhos mais utilizados atualmente. Quem está em vias de adquirir um novo, seja o modelo de parede ou Split, precisa estar atento a algumas dicas e procedimentos para fazer a escolha mais adequada ao perfil. Os modelos Split, por exemplo, estão em alta e oferecem muitas vantagens em relação aos de janela. O arquiteto e diretor da Santos Projetos, Fernando Santos, afirma que a principal vantagem do Split é o desempenho, pois a troca de calor ocorre na parte de fora do cômodo refrigerado, na unidade condensadora. “No aparelho de janela, as etapas do processo de refrigeração acontecem todos numa caixa única, o que reduz sua eficiência. Isso quer dizer que o consumo de energia elétrica é menor. Um aspecto que contribui para o melhor desempenho do aparelho Split é que se faz apenas um furo na parede entre o ambiente interno e o externo para conexão das unidades evaporadora (interna) e condensadora (externa). Já os aparelhos de janela dependem de um grande vão na parede, que são difíceis de vedar após a instalação do equipamento. Isso causa a perda de ar refrigerado pelas frestas, exigindo mais potência do aparelho”, explica. &nbsp; </p><p>Outro aspecto importante, segundo ele, é que, especialmente em apartamentos, muitas vezes o único local para instalar o aparelho é abaixo do peitoril da janela. “Como o ar frio dentro do ambiente tende a ficar abaixo do ar quente, um aparelho numa posição baixa leva mais tempo e consome mais energia para conseguir refrigerar todo o volume de ar do cômodo. A melhor posição para o um aparelho de ar condicionado é sempre na parte superior, pois, assim, se consegue refrigerar o ambiente mais rapidamente”, diz o arquiteto. &nbsp; Santos complementa que, no caso do Split, a unidade condensadora fica fora do ambiente, o que reduz muito a vibração e os ruídos do compressor do aparelho, fazendo dele um equipamento mais silencioso que o aparelho de janela. “Por sua vez, o aparelho de janela é mais portátil que o Split. Numa eventual mudança do morador dono do equipamento, o aparelho de janela é só retirar e levar. Já o Split, como a instalação embute tubulações e fiações nas paredes, numa eventual mudança, os equipamentos podem até ser retirados, mas o que está na parede vai ter que ficar. Será necessário fazer nova instalação na nova morada, rasgando parede e tudo o mais, o que é caro e depende de profissionais especializados. O aparelho de janela, se já tiver um vão específico para ele na nova casa, é só colocar, vedar as frestas e ligar na tomada”, compara o profissional. &nbsp; &nbsp; </p><p>Além destes cuidados, o diretor da Santos Projetos ressalta que, para qualquer tipo de aparelho de ar condicionado, é importante estimar a carga térmica do local para que a potência do sistema seja compatível e tenha bom desempenho. “O cálculo da carga térmica a refrigerar do ambiente depende de vários fatores entre eles tamanho, orientação em relação ao sol, tipo de cobertura, tipo de uso, aparelhos eletroeletrônicos em seu interior, e quantidade de pessoas que habitam ou usam etc. Um aparelho subdimensionado vai consumir mais energia para refrigerar um ambiente do que um aparelho de maior potência, além de ter sua vida útil muito reduzida. Em residências, as cargas térmicas são muito previsíveis. As lojas especializadas têm tabelas que ajudam no cálculo simplificado e na especificação do sistema e potência mais adequados”. &nbsp; </p><p>Antes de fechar a compra, leve em consideração: ambientes que recebem sol da tarde são mais quentes que aqueles que recebem sol da manhã. Deve-se considerar ainda se há insolação direta ou se existe algum elemento que quebre a entrada do sol no local, como árvores e outros prédios. “Em um condomínio, por exemplo, o último andar é sempre mais quente que os que estão abaixo, pois recebe isolação direta em sua cobertura. O tipo de cobertura também influencia muito. Locais com laje de concreto sem telhado acumulam muita carga térmica. Assim como as telhas metálicas sem laje que transferem carga térmica mais intensa e rapidamente que telhas de fibrocimento ou telhas de barro (cerâmicas)”, conta Santos. <strong>&nbsp;</strong> </p><p><strong>A lei do pinga-pinga</strong> <strong>&nbsp;</strong> </p><p>Um dos transtornos mais relatados por quem mora em condomínios, no que diz respeito aos aparelhos de ar condicionado, é o famoso “pinga-pinga”, principalmente durante a noite, quando há mais silêncio e o ruído acaba atrapalhando o sono de muita gente. Para evitar este problema, foi sancionada pela Prefeitura do Rio a Lei 2.749/1999, que coíbe o gotejamento irregular proveniente destes aparelhos. “A lei determina que o aparelho deve ser instalado com dispositivo coletor do efluente do dreno, mas, uma vez que a fachada é responsabilidade do condomínio, o tal dispositivo deve ser aprovado em assembleia, seja qual for o formato ou modelo. Normalmente, o que os condomínios fazem é instalar tubulação coletora nas fachadas, de forma que, em cada janela, haja um acesso em que o dono do aparelho poderá botar uma mangueira de borracha para guiar o dreno até a tubulação, evitando o lançamento direto na rua ou nas partes comuns do prédio. Aparelhos de ar condicionado de janela drenam água sempre para fora, o que faz essa tubulação coletora mais necessária ainda. No caso dos aparelhos tipo Split, o dreno pode ser direcionado através de tubulações embutidas na parede para locais apropriados, como ralos e tubulações de esgoto do tanque e da máquina de lavar. Mas nem sem a melhor posição do aparelho permite esse direcionamento, daí a importância, novamente, da tubulação coletora na fachada”, explica o diretor da Santos Projetos. &nbsp; Fernando Santos ressalta que o morador que lança o dreno diretamente na rua pode ser multado pela Prefeitura e o condomínio poderá ser acionado também. “</p><p>A instalação de qualquer aparelho de ar condicionado deve ser comunicada ao síndico, pois se trata de um serviço que interfere na fachada do prédio.&nbsp;Além disso, cada condomínio tem suas próprias normas e é importante esse contato para que o síndico passe as regras locais, no caso de morador novo.&nbsp;Em prédios muito antigos, o contato com o síndico pode revelar impedimento devido à rede elétrica do prédio. Em muitos casos, a instalação elétrica de apartamentos antigos é monofásica, não suportando a carga do aparelho. E, mesmo que o morador disponha de recursos financeiros para realizar um aumento de carga em sua unidade, o prédio pode não dispor de estrutura interna para adequar suas instalações aos padrões atuais e normas das concessionárias de energia elétrica”, alerta o executivo. &nbsp;&nbsp;</p><p><strong>Para otimizar o uso</strong> </p><p>Confira algumas dicas para otimizar o uso do ar condicionado e ainda reduzir a conta de luz: </p><p>– Manutenção básica. Durante o verão, numa situação de uso residencial, em que a demanda maior é durante a noite, os filtros devem ser limpos, no máximo, uma vez a cada duas semanas. O ideal é limpar semanalmente para evitar alergias; </p><p>– Vedar bem todas as frestas e não ligar o aparelho com janelas e portas entreabertas, para evitar perder o ar já refrigerado. – Evite o “entrar e sai” do ambiente, pois todas as vezes que a porta é aberta, acontece a perda de ar frio. Pode-se notar que frequentemente, ao abrir a porta e sair, o compressor do aparelho é acionado. </p><p>– Na fachada mais exposta ao sol, especialmente ao sol da tarde, ao sair de casa, deixe as cortinas bem fechadas. Se a insolação for muito forte, pense em aplicar películas escuras ou instalar toldo. Com a carga térmica reduzida, o aparelho de ar condicionado vai despender menos potência, e consumir menos eletricidade, para deixar o ambiente em uma temperatura agradável. Além disso, você preserva por mais tempo as cores dos revestimentos (paredes coloridas, pisos de madeira) e tecidos (sofá, cadeiras, roupas de cama).</p></div>
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		<title>Varanda livre das infiltrações</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Aug 2017 14:20:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Santos]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[condomínios]]></category>
		<category><![CDATA[infiltrações]]></category>
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    <div  class="scb-sc-el scb-qm-txt motopress-text-obj"><p>Quem tem varanda em casa precisa estar em dia com a manutenção do espaço para evitar possíveis infiltrações. O transtorno pode ser causado pela água das chuvas ou outras fontes de umidade. Fernando Santos, arquiteto e diretor da Santos Projetos, comenta que o segredo está na conservação do rejunte (massa usada para preencher os espaços entre os ladrilhos). “A manta que fica embaixo do piso vai perdendo sua eficácia com o tempo. Por isso, sugiro fazer a manutenção do rejunte de cinco em cinco anos para compensar e prevenir as infiltrações. Além disso, é recomendado verificar se há fissuras no piso, pois elas também podem permitir a passagem de água. Se já houver infiltração, a dica é contratar um arquiteto ou engenheiro para identificar a necessidade de refazer a impermeabilização com manta ou com outros produtos. Dependendo do caso, pode ser necessário quebrar o piso. Na Santos Projetos, nós assessoramos tanto o síndico quanto o morador na identificação da causa e na solução do problema”, explica Santos. &nbsp; </p><p>O diretor cita ainda outros cuidados: “Evite colocar plantas sem suporte diretamente no piso porque o fundo do vaso retém muita umidade. Nas varandas com ralo, observar se existem fissuras no PVC e deixar o ralo sempre limpo para evitar entupimento. Com as chuvas mais fortes, o ralo entupido pode formar uma “piscina”, causando vazamentos. Sem contar que estas medidas também são eficazes para evitar o mosquito transmissor de doenças como dengue,&nbsp;chikungunya&nbsp;e zika”, lembra. &nbsp; O executivo ressalta que qualquer obra, mesmo interna do apartamento, deve ser informada ao síndico, pois é preciso seguir as regras do condomínio. No caso das varandas, a modificação deve seguir o projeto de fachada do prédio. “Se a obra for interna, a responsabilidade é do proprietário do imóvel, mas se houver partes que envolvam a fachada, o síndico precisa ser acionado. Mais uma vez destaco que é importante contratar um arquiteto ou um engenheiro para identificar o problema e dar suporte na solução do mesmo”, destaca Santos. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; </p><p>Com os revestimentos em dia, não esqueça ainda da conservação dos móveis e dos acessórios de decoração. Guardá-los secos em local coberto e ventilado é essencial para a durabilidade dos objetos. No caso dos móveis de madeira, a impermeabilização também é indicada porque o produto cria uma barreira de proteção da madeira, evitando a deterioração ou apodrecimento. A limpeza pode ser feita com pano umedecido em água, seguido de um pano seco para finalizar. Se na sua varanda os móveis são de alumínio, com aplicação de fibras sintéticas ou tiras de PVC, por exemplo, o conselho de especialistas é simples: esponja com água e sabão neutro.</p></div>
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		<title>Inspeção predial: o check up do condomínio</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Aug 2017 13:44:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Santos]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas Santos Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Condomínio]]></category>
		<category><![CDATA[Inspeção predial]]></category>
		<category><![CDATA[síndicos]]></category>

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				<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.santosprojetos.com/wp-content/uploads/sites/181206/2017/08/artigo-1-capa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4351741" src="http://www.santosprojetos.com/wp-content/uploads/sites/181206/2017/08/artigo-1-capa-500x234.jpg" alt="artigo 1-capa" width="500" height="234" /></a>
<p style="text-align: left;">No cenário de crise econômica atual, a maior meta nos condomínios é a redução de custos para tentar manter o patamar da cota condominial ou ter o mínimo de aumento necessário. Contudo, numa cidade como o Rio de Janeiro, em que a verticalização urbana (transição da tipologia de casas para prédios de apartamentos) intensificou-se já na década de 1920, as despesas operacionais dos condomínios não são a única oportunidade de redução de custos. É muito comum encontrarmos no centro, zona sul e parte da zona norte, edifícios com 60 anos ou mais que precisam de cuidados especiais para permanecer em condições de habitabilidade.</p>
<p style="text-align: left;">Assim como uma pessoa idosa, que requer muito mais atenção de seu médico, mesmo para problemas aparentemente simples, um edifício antigo precisa ser olhado também de forma diferenciada. Esse olhar só é obtido de profissionais capazes e experientes na vivência desses problemas, pois a diversidade de sistemas construtivos e materiais de construção que foram utilizados ao longo dessas décadas, seja na construção original, seja em reformas posteriores, contribuem para tornar a análise ainda mais complexa.</p>
<p style="text-align: left;">Nos prédios antigos, qualquer problema que precise de obra para ser resolvido é motivo de grande preocupação dos síndicos. E é neste cenário que uma inspeção criteriosa faz a diferença entre resolver problemas com precisão cirúrgica ou continuar no método de tentativa e erro. Você tem no seu condomínio aquela infiltração recorrente que precisa de obra uma ou duas vezes por ano? Você já teve no seu condomínio problemas aparentemente sem nenhuma correlação que aparecem em sequência? E aqueles problemas insolúveis que as administrações anteriores à sua já desistiram de tentar resolver?</p>
<p style="text-align: left;">Se suas respostas foram “SIM”, na próxima vez que surgir uma demanda, não contrate uma obra de imediato, contrate uma <strong>inspeção</strong>. A inspeção é um processo que se assemelha ao diagnóstico por um médico, de forma simplificada, claro. Primeiro é necessário entrevistar o paciente para capturar seu histórico. Em seguida, é necessário o exame físico do paciente. A partir disso, o médico formula algumas teorias sobre o problema e vê qual se encaixa no histórico e nas evidências do exame físico. Se houver encaixe perfeito com alguma teoria e for algo simples, o paciente pode sair do consultório com uma receita, mas se não houver encaixe perfeito ou não for algo tão simples, o paciente sai com uma bateria de exames a realizar, a fim de produzir mais evidências que possam gerar o encaixe perfeito com algum diagnóstico.</p>
<p style="text-align: left;">Para casos complexos, tanto no caso de um paciente humano quanto no de um paciente “construído”, se o diagnóstico for incompleto ou errado, as consequências são danosas e geram mais custos com novos tratamentos e intervenções. Daí a necessidade de se fazer, antes de tudo, uma inspeção de forma criteriosa e completa. O custo do diagnóstico nem de longe se compara ao custo do tratamento e limita os riscos e as incertezas do processo a um grau aceitável. Você já teve que contratar obras para resolver algum problema no seu condomínio sem saber a sua causa exata? Depois de contratada a obra, surgiram novas demandas que não estavam contempladas no escopo inicial? E esse escopo adicional da obra (e consequente valor adicional) foi facilmente aprovado pela assembleia?</p>
<p style="text-align: left;">Se suas respostas continuam sendo “SIM”, observe esses dados a seguir. Obras que contam com escopo bem definido e detalhado custam entre 20% e 25% menos que uma obra sem projeto, já incluso aí o custo do projeto. Além disso, obras com projeto demoram cerca de 30% menos tempo para serem concluídas, o que significa menor transtorno para os moradores, para o condomínio e para o síndico. Em suma, uma inspeção que, inicialmente parece um “custo”, na verdade é um grande investimento.</p>
<a href="http://www.santosprojetos.com/wp-content/uploads/sites/181206/2017/08/artigo-2-tabela-4-verdades-sobre-projetos.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4351742" src="http://www.santosprojetos.com/wp-content/uploads/sites/181206/2017/08/artigo-2-tabela-4-verdades-sobre-projetos-500x213.jpg" alt="artigo 2-tabela-4 verdades sobre projetos" width="500" height="213" /></a><p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.santosprojetos.com/inspecao-predial-o-check-up-do-condominio/">Inspeção predial: o check up do condomínio</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.santosprojetos.com">Santos Projetos</a>.</p>
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		<title>Sem segurança, não desce para o play!</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Aug 2017 13:07:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Montagem]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas Santos Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Condomínio]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[Lazer]]></category>
		<category><![CDATA[Playground]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[<p>Sem segurança, não desce para o play As férias escolares terminaram, mas não é por isso que devemos deixar de lado a preocupação com o estado de conservação de plays e parquinhos, lugares bastante frequentados pela garotada durante todo o ano. O arquiteto e diretor da Santos Projetos, Fernando Santos, lembra que nos espaços projetados para crianças de qualquer idade,&#160;<a href="http://www.santosprojetos.com/sem-seguranca-nao-desce-para-o-play/" class="read-more">Continue Reading</a></p>
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    <div  class="scb-sc-el scb-qm-txt motopress-text-obj"><h2>Sem segurança, não desce para o play<br /></h2></div>
    <div class="scb-sc-el motopress-space-obj" style="height: 13px;"></div>
    <div  class="scb-sc-el scb-qm-txt motopress-text-obj"><p><span style="font-size: 14px;" data-mce-style="font-size: 14px;">As férias escolares terminaram, mas não é por isso que devemos deixar de lado a preocupação com o estado de conservação de plays e parquinhos, lugares bastante frequentados pela garotada durante todo o ano. O arquiteto e diretor da Santos Projetos, Fernando Santos, lembra que nos espaços projetados para crianças de qualquer idade, deve-se ter muito cuidado com janelas e peitoris. “No caso dos condomínios, vale investir na instalação de grades ou redes de proteção. Caso não seja possível, evite colocar mobiliários próximos&nbsp;às janelas e peitoris, como bancos, cadeiras e pufes, que são fáceis de escalar. O mesmo vale para os brinquedos que não devem ficar perto de janelas. Tomadas também precisam de atenção, principalmente as que ficam em alturas baixas. Todas devem receber&nbsp;aquela tampinha de proteção típica para evitar contatos inesperados”, ressalta.</span><br /><br /></p><p><span style="font-size: 14px;" data-mce-style="font-size: 14px;">Gangorra, escorrega e balanço, de acordo com Santos, precisam ser inspecionados, no mínimo, uma vez por ano. Se apresentarem pontos de oxidação, devem ser tratados imediatamente. “Esses grandes brinquedos, em sua maioria, são construídos com estrutura metálica e ficam expostos ao tempo. Se não forem inspecionados regularmente e mantidos adequadamente, podem sofrer com a oxidação, especialmente nos pontos de fixação no chão e nas partes mais altas, que recebem mais sol e chuva. Assim, além dos acidentes estruturais, a criança ainda pode acabar se cortando nas partes enferrujadas, ficando exposta ao tétano a e outras doenças”, explica o arquiteto.</span></p><p><span style="font-size: 14px;" data-mce-style="font-size: 14px;">&nbsp;</span><br /></p><p><span style="font-size: 14px;" data-mce-style="font-size: 14px;">Ele complementa que os brinquedos de plástico,&nbsp;em comparação com os brinquedos metálicos e de PET, têm durabilidade menor, ainda mais se expostos ao sol e à chuva diretamente por muitas horas. “Os raios ultravioleta deterioram o plástico, que resseca e se torna quebradiço com o tempo, fragilizando o aspecto estrutural do brinquedo. Além disso, ao aparecerem pequenas fissuras, o brinquedo exposto às chuvas pode acabar tendo sua estrutura preenchida com água, que acumula sujeiras e pode se tornar criadouro de vetores de doenças das mais variadas, incluindo a dengue, a zika e a chikungunya. Essas fissuras, com o uso continuado, tendem a aumentar e, dependendo da sua localização no brinquedo, podem provocar cortes nas crianças da mesma forma que os brinquedos de ferro”, alerta.</span></p><p><span style="font-size: 14px;" data-mce-style="font-size: 14px;">&nbsp;</span><br /></p><p><span style="font-size: 14px;" data-mce-style="font-size: 14px;">Para que a brincadeira seja segura, o diretor da Santos Projetos recomenda que síndicos e moradores estejam sempre de olho em alguns detalhes como a fixação dos brinquedos no chão e se não há pontos de ferrugem avançada em outras partes, em especial nos pontos onde as crianças seguram e sentam. “Nos escorregas, observar a prancha e as laterais onde correm as mãos dos pequenos. Já nos balanços, atentar para o estado das correntes que seguram os assentos e o estado geral do eixo superior. E no caso de gangorras, atentar para a alça e o eixo do brinquedo. Hoje em dia, há muitos brinquedos feitos de PET reciclado, que não enferrujam, mas a fixação das peças do brinquedo e do brinquedo no chão ainda é feita por parafusos metálicos, que precisam ser inspecionados e mantidos em boas condições”, diz.</span></p><p><span style="font-size: 14px;" data-mce-style="font-size: 14px;">&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: 18px;" data-mce-style="font-size: 18px;"><strong>Mais dicas da Santos Projetos:</strong></span></p><p><span style="font-size: 14px;" data-mce-style="font-size: 14px;">*Se o prédio não tem brinquedos e a intenção é investir em alguns, é importante contar com um arquiteto para fazer o melhor projeto para o local, pois cada brinquedo tem uma área de segurança em seu entorno, que permite que a brincadeira corra tranquilamente e sem interferir nos outros brinquedos e em outras brincadeiras.</span></p><p><br /></p><p><span style="font-size: 14px;" data-mce-style="font-size: 14px;">*Para bebês e crianças de até 3 anos, que estão na fase de aprender a andar e a dominar o equilíbrio, pode ser interessante ter um piso emborrachado anti-impacto no play, além das já citadas redes de proteção ou grades nas janelas e peitoris adjacentes à área de brincadeira.</span><br /><br /></p><p><span style="font-size: 14px;" data-mce-style="font-size: 14px;">*Também é interessante que a área de brincadeira dos pequeninos seja mais confinada, com uma única saída, para evitar “fugas” para as áreas de crianças maiores. Esse cuidado impede que os menores recebam possíveis esbarrões ou boladas.</span></p><p><span style="font-size: 14px;" data-mce-style="font-size: 14px;">&nbsp;</span><br /></p><p><span style="font-size: 14px;" data-mce-style="font-size: 14px;">*No caso de crianças maiores, é importante redes de proteção ou grades, pois a curiosidade e a capacidade de subir em janelas e peitoris é bem maior. Vale manter os locais de acesso restrito com as portas devidamente trancadas, pois as crianças adoram explorar seus prédios. Além disso, crianças grandes já jogam bola com chutes fortes e as redes e grades não deixam que a bola se perca, evitando correria pelo prédio e pelas ruas atrás de bola.</span></p></div>
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