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	<title>Santos Projetos &#187; decoração</title>
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	<description>Arquitetura e assessoria a condomínios</description>
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		<title>Faça você mesmo: como pintar a casa</title>
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		<pubDate>Tue, 22 Aug 2017 13:46:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Santos]]></dc:creator>
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    <div  class="scb-sc-el scb-qm-txt motopress-text-obj"><p>Precisando renovar a pintura da casa e não sabe por onde começar? A Santos Projetos organizou algumas dicas para ajudar você a meter a mão na massa, ou melhor, no pincel, para dar aquela repaginada nos ambientes. É importante conhecer os tipos de tintas oferecidos no mercado, suas aplicações e os itens indispensáveis para a pintura. O arquiteto e diretor da empresa, Fernando Santos, explica que as tintas do tipo acrílica e esmalte sintético são as mais usadas em residências. As acrílicas são aplicadas sobre superfícies emassadas ou cimentadas. As tintas esmalte sintético, também conhecidas como tinta óleo, são aplicadas&nbsp;sobre madeiras, metais, PVC etc. “Ambas têm versões com ou sem cheiro e isso depende do seu diluidor, que pode ser um thinner ou água. O ‘sem cheiro’ da tinta quer dizer que o cheiro dela é muito fraco e não produz efeitos nocivos ao ser humano, mas o cheiro existe. Quando entramos num ambiente recém-pintado notamos o cheiro, mas não é desagradável quanto as tintas ‘com cheiro’”, diz.</p><p>Ele comenta que um produto muito usado atualmente nas residências é o produto époxi, especialmente para cobrir revestimentos cerâmicos vitrificados (tipo azulejo) quando se deseja mudar a cor de um banheiro ou de uma cozinha sem quebrar todo o revestimento existente. Esse tipo de tinta, segundo Santos, é usualmente aplicada em pisos de estacionamento pela sua resistência mecânica e, pelas suas características, precisa de um pintor especializado para aplicação. “Ela tem cheiro forte e sua aplicação no interior de residências deve ser feito na ausência dos moradores, de preferência”, alerta. Ele ressalta que há diferença entre pintar a área externa e interna da casa e isso deve ser levado em consideração no momento da escolha do produto.&nbsp;“As áreas externas ficam sujeitas às mudanças climáticas (chuva e sol, frio e calor). Neste caso, escolha tintas do tipo acrílica que são específicas para áreas externas e fachadas. Elas têm aditivos impermeabilizantes e hidrofugantes, ou seja, que repelem a umidade, que ajudam a aumentar a durabilidade sob condições muito mais difíceis do que nas áreas internas. O preparo da superfície também impacta no resultado de uma pintura externa”, afirma. Com a definição do tipo de tinta, agora é hora de anotar o passo a passo para quem pretende pintar a casa por conta própria:</p><p>– A primeira providência é saber a metragem da área que será pintada (paredes, tetos etc.). Em seguida, é importante analisar as cores. Se vai aplicar tinta da mesma cor da existente, o consumo é normal, mas se for aplicar tinta de cor mais clara sobre uma superfície de cor mais escura, deve-se considerar a aplicação de mais demãos para atingir a cor final ou a aplicação de uma demão de cor branca para “queimar” (amenizar) a cor antiga.</p><p>– O cálculo do rendimento da tinta pode ser encontrado no site de cada fabricante e é dado por metro quadrado para cada tipo de tinta. Primeiro multiplica-se a metragem da área de pintura pelo número de demãos que serão aplicadas. No caso de repetir a cor, duas demãos serão suficientes. Já para cores escuras, é recomendado de duas a quatro demãos. Depois, é só dividir a sua metragem de pintura (já multiplicada pelo número de demãos) pela metragem de rendimento da tinta<strong>&nbsp;</strong>e chegar à quantidade de tinta em litros.</p><p>– Uma dica interessante sobre a forma de comprar as tintas de uma só cor é que uma lata de 18L tem 5 vezes mais tinta que um galão de 3,6L, mas o custo da lata de 18L é, em média, só 3 vezes maior. Então, por exemplo, se o volume de tinta calculada foi de 12 litros, teriam que ser comprados 4 galões de 3,6L, num total de 14,4L de tinta. Neste caso, vale mais a pena comprar uma lata de 18L que custa, em média 3 galões, mas com um volume de 5 galões.</p><p>– Supondo que a superfície já está pronta para receber a pintura, será necessário comprar: lona plástica preta para cobrir o chão&nbsp;e mobiliário; rolos de fita crepe para prender a lona em locais específicos que se deseja proteger; rolo de 23cm com espuma antirespingos; bandeja de 23cm; pincel de 5cm&nbsp;para arremate de cantos e pequenos detalhes que seriam impossíveis de pintar com o rolo; extensor de 2 a 3 metros (depende do pé direito do local). Se for utilizar tinta tipo esmalte sintético, deve-se ter um kit a parte com rolo de espuma, normalmente de 15cm ou menor, além de bandeja compatível. <strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Boa sorte na pintura! E não esqueça de enviar para contato@santosprojetos.com&nbsp;uma foto de como ficou o ambiente! &nbsp;</strong> <strong>&nbsp;</strong> <strong>&nbsp;</strong> <strong>&nbsp;</strong> <strong>&nbsp;</strong> <strong>&nbsp;</strong><br /></p></div>
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		<title>O revestimento ideal</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Aug 2017 14:32:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Santos]]></dc:creator>
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    <div  class="scb-sc-el scb-qm-txt motopress-text-obj"><p>Pintura, cerâmica, madeira, granitos e mármores são alguns tipos de revestimentos disponíveis para quem pretende reformar a casa ou o ambiente de trabalho. Mas, antes de planejar a obra, é importante contar com a ajuda de um arquiteto ou engenheiro, pois eles estão aptos a avaliar os espaços e a determinar quais materiais são mais adequados e a quantidade ideal a ser usada. “Estas dicas evitam o desperdício de material e ajudam a reduzir custos da obra. Costumo dizer que não existe um revestimento para cada ambiente e sim como eles são usados em cada local. Claro que há materiais contraindicados para certos espaços, como piso em madeira para ambientes molhados – banheiros, cozinha, área de serviço – porque a água vai deteriorar a madeira. Mas você pode usar a madeira em detalhes fora do piso, como parede, janelas e até mobiliário. Tudo vai depender da composição imaginada pelo arquiteto, que leva sempre em conta as características do revestimento frente ao uso e as demandas de cada tipo de cômodo”, explica Fernando Santos, arquiteto e diretor da Santos Projetos. </p><p>Outra dica diz respeito às pedras naturais como granitos e mármores. De acordo com Santos, nem todos os tipos de pedras naturais são adequadas às áreas molhadas, onde geralmente elas são encontradas. “Existem pedras muito porosas que acabam sofrendo alterações de cor com a exposição prolongada à umidade. Porém, essa absorção de água é interessante em locais como a beira de piscinas, onde a Pedra São Tomé, por exemplo, é sucesso garantido. Esta pedra tem uma porosidade que permite a absorção de água e torna o piso antiderrapante”, diz o arquiteto. Nas cozinhas, a recomendação é usar revestimento cerâmico, no entanto, é importante lembrar que as juntas podem acumular gordura ao longo do tempo, comprometendo a higiene do local. “Por isso, prefira peças maiores, a partir de 30x30cm, tanto para piso quanto para paredes, e opte por juntas mais finas. No caso do banheiro, que é mais úmido que a cozinha, vale seguir as mesmas recomendações, mas, por motivos distintos. Na área do box, que muitas vezes forma piscinas quando o chuveiro é muito forte, a medida reduz a possibilidade de infiltração para baixo a partir das juntas. Como os banheiros são tradicionalmente menos ventilados que as cozinhas, peças menores aumentam a chance de proliferar mofo nas juntas. Isso não quer dizer que não seja possível usar pastilhas (2x2cm) ou outras peças pequenas (4x4cm ou 5x5cm) em detalhes decorativos, tipo rodameio, rodateto etc”, complementa. </p><p>Para a sala de estar, o piso cerâmico pode ser até maior, a partir de 40x40cm. “Isso reduz a possibilidade, por defeitos no assentamento, do mobiliário ficar desnivelado. Menos juntas também reduz a possibilidade de tropeços. Além disso, fica mais fácil e rápido lavar seu ambiente após realizar festas ou eventos. Em locais onde serão recebidas muitas pessoas, não é bom revestir pisos e paredes integralmente com cerâmica devido ao efeito acústico, pois a superfície vitrificada do revestimento reflete muito o som e deixará o ambiente mais barulhento”, alerta o arquiteto. As peças grandes também podem ser aplicadas nos quartos, o que evita os tropeços de madrugada. E se você pretende reformar um home office, evite cerâmicas pequenas no piso, até 15x15cm, pois, habitualmente, nestes locais, há cadeiras com rodízios. “A movimentação da cadeira pelo piso produz um som desagradável das rodas nas juntas, o que, além de desgastar mais rapidamente o móvel, também incomoda o vizinho de baixo”. &nbsp;</p></div>
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