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	<title>Santos Projetos &#187; Condomínio</title>
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	<description>Arquitetura e assessoria a condomínios</description>
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		<title>O revestimento ideal</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Aug 2017 14:32:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Santos]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Pintura, cerâmica, madeira, granitos e mármores são alguns tipos de revestimentos disponíveis para quem pretende reformar a casa ou o ambiente de trabalho. Mas, antes de planejar a obra, é importante contar com a ajuda de um arquiteto ou engenheiro, pois eles estão aptos a avaliar os espaços e a determinar quais materiais são mais adequados e a quantidade ideal&#160;<a href="http://www.santosprojetos.com/o-revestimento-ideal/" class="read-more">Continue Reading</a></p>
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    <div  class="scb-sc-el scb-qm-txt motopress-text-obj"><p>Pintura, cerâmica, madeira, granitos e mármores são alguns tipos de revestimentos disponíveis para quem pretende reformar a casa ou o ambiente de trabalho. Mas, antes de planejar a obra, é importante contar com a ajuda de um arquiteto ou engenheiro, pois eles estão aptos a avaliar os espaços e a determinar quais materiais são mais adequados e a quantidade ideal a ser usada. “Estas dicas evitam o desperdício de material e ajudam a reduzir custos da obra. Costumo dizer que não existe um revestimento para cada ambiente e sim como eles são usados em cada local. Claro que há materiais contraindicados para certos espaços, como piso em madeira para ambientes molhados – banheiros, cozinha, área de serviço – porque a água vai deteriorar a madeira. Mas você pode usar a madeira em detalhes fora do piso, como parede, janelas e até mobiliário. Tudo vai depender da composição imaginada pelo arquiteto, que leva sempre em conta as características do revestimento frente ao uso e as demandas de cada tipo de cômodo”, explica Fernando Santos, arquiteto e diretor da Santos Projetos. </p><p>Outra dica diz respeito às pedras naturais como granitos e mármores. De acordo com Santos, nem todos os tipos de pedras naturais são adequadas às áreas molhadas, onde geralmente elas são encontradas. “Existem pedras muito porosas que acabam sofrendo alterações de cor com a exposição prolongada à umidade. Porém, essa absorção de água é interessante em locais como a beira de piscinas, onde a Pedra São Tomé, por exemplo, é sucesso garantido. Esta pedra tem uma porosidade que permite a absorção de água e torna o piso antiderrapante”, diz o arquiteto. Nas cozinhas, a recomendação é usar revestimento cerâmico, no entanto, é importante lembrar que as juntas podem acumular gordura ao longo do tempo, comprometendo a higiene do local. “Por isso, prefira peças maiores, a partir de 30x30cm, tanto para piso quanto para paredes, e opte por juntas mais finas. No caso do banheiro, que é mais úmido que a cozinha, vale seguir as mesmas recomendações, mas, por motivos distintos. Na área do box, que muitas vezes forma piscinas quando o chuveiro é muito forte, a medida reduz a possibilidade de infiltração para baixo a partir das juntas. Como os banheiros são tradicionalmente menos ventilados que as cozinhas, peças menores aumentam a chance de proliferar mofo nas juntas. Isso não quer dizer que não seja possível usar pastilhas (2x2cm) ou outras peças pequenas (4x4cm ou 5x5cm) em detalhes decorativos, tipo rodameio, rodateto etc”, complementa. </p><p>Para a sala de estar, o piso cerâmico pode ser até maior, a partir de 40x40cm. “Isso reduz a possibilidade, por defeitos no assentamento, do mobiliário ficar desnivelado. Menos juntas também reduz a possibilidade de tropeços. Além disso, fica mais fácil e rápido lavar seu ambiente após realizar festas ou eventos. Em locais onde serão recebidas muitas pessoas, não é bom revestir pisos e paredes integralmente com cerâmica devido ao efeito acústico, pois a superfície vitrificada do revestimento reflete muito o som e deixará o ambiente mais barulhento”, alerta o arquiteto. As peças grandes também podem ser aplicadas nos quartos, o que evita os tropeços de madrugada. E se você pretende reformar um home office, evite cerâmicas pequenas no piso, até 15x15cm, pois, habitualmente, nestes locais, há cadeiras com rodízios. “A movimentação da cadeira pelo piso produz um som desagradável das rodas nas juntas, o que, além de desgastar mais rapidamente o móvel, também incomoda o vizinho de baixo”. &nbsp;</p></div>
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		<title>Inspeção predial: quanto vale?</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Aug 2017 14:12:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Santos]]></dc:creator>
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    <div  class="scb-sc-el scb-qm-txt motopress-text-obj"><p>Quando um construtor é levado a estimar a área de trabalho em vez de apurar com precisão ou receber um projeto, há uma tendência natural de estimar números redondos e inchados por um coeficiente de segurança que o permita cobrir possíveis variações durante a execução da obra. Para defender o seu condomínio de valores inchados, a solução é realizar uma inspeção criteriosa do objeto da obra. Seguindo o tema dos artigos anteriores, os valores aproximados aos reais para as inspeções, tanto no Condomínio A quanto no Condomínio B, eram de 5 mil reais. &nbsp; No condomínio A, a inspeção apurou 6,25% de área de substituição de granitos, com valor de obra de R$ 32 mil. Feita uma simulação em que a área de granitos a ser substituída era estimada em 10% da área total, o valor da obra subiu para 42 mil reais. Observa-se que, mesmo acrescentando o valor da inspeção, a opção pela inspeção é a mais econômica. Vide tabela abaixo com os valores.</p><p> &nbsp;</p><table><tbody><tr><td width="197"><strong>CONDOMÍNIO A</strong></td><td width="197"><strong>QUANTIDADE REAL</strong></td><td width="197"><strong>QUANTIDADE ESTIMADA</strong></td></tr><tr><td width="197">VALOR INSPEÇÃO</td><td width="197">R$ 5.000,00</td><td width="197">R$ 0,00 (s/inspeção)</td></tr><tr><td width="197">VALOR OBRA</td><td width="197">R$ 32.000,00 (m<sup>2</sup>=6,25%)</td><td width="197">R$ 42.000,00 (m<sup>2</sup>=10%)</td></tr><tr><td width="197"><strong>CUSTO FINAL</strong></td><td width="197"><strong>R$ 37.000,00</strong></td><td width="197"><strong>R$ 42.000,00</strong></td></tr></tbody></table><p><br data-mce-bogus="1"></p><p>&nbsp;No condomínio B, a proposta inicial tinha preço aproximado de 92 mil reais para 40% de área estimada de tratamento. Em função da solicitação da síndica, foram simulados os valores de obra referentes a 30%, 20% e 10% de área de tratamento. Vide tabela abaixo com os valores e variações. &nbsp;</p><p><br data-mce-bogus="1"></p><table><tbody><tr><td width="118"><strong>COND. B</strong></td><td width="118"><strong>ESTIMATIVA A (40%=164m<sup>2</sup>)</strong></td><td width="118"><strong>ESTIMATIVA B (30%=123m<sup>2</sup>)</strong></td><td width="118"><strong>ESTIMATIVA C (20%=82m<sup>2</sup>)</strong></td><td width="118"><strong>ESTIMATIVA D (10%=41m<sup>2</sup>)</strong></td></tr><tr><td width="118">OBRA</td><td width="118">R$ 92.000,00</td><td width="118">R$ 73.000,00</td><td width="118">R$ 56.000,00</td><td width="118">R$ 39.000,00</td></tr><tr><td width="118">PRAZO</td><td width="118">75 DIAS</td><td width="118">55 DIAS</td><td width="118">40 DIAS</td><td width="118">20 DIAS</td></tr><tr><td width="118">DIFERENÇA</td><td width="118">&nbsp;</td><td width="118">-20%</td><td width="118">-39%</td><td width="118">-58%</td></tr></tbody></table><p><br data-mce-bogus="1"></p><p>&nbsp;Muitas vezes já fui questionado sobre a variação de valores de propostas. No exemplo do condomínio A, a área de tratamento real era de 6,25% e foi simulada em 10%, ou seja, aproximadamente 60% maior. Porém, a diferença entre as propostas sobre estimativa e sobre quantidade real, só aumentou 31,5%. No exemplo do condomínio B, entre as estimativas A e B, há redução de 25%, mas a redução de valor entre elas foi somente de 20%. Entre as estimativas A e C, e as estimativas A e D segue-se o mesmo fenômeno, conforme observa-se na tabela acima. A conclusão é que a redução de valor não é linear em relação à redução de escopo. &nbsp; Um fator nesta equação são materiais e equipamentos de obra. Os materiais de obra são acondicionados em embalagens que, em muitos casos, excede a necessidade da obra e não podem ou não valem à pena ser adquiridos em embalagens fracionadas ou menores. Alguns exemplos: Argamassas especiais, em sacos de 20 ou 25kg; Tubos de cobre para instalações de água quente em varas de 2,5m; etc. Também há o índice de perdas do material aplicado. Por exemplo: Ao executar um chapisco e emboço em uma alvenaria, essa atividade pode gerar perda de 30 a 50% de argamassa, dependendo das condições e do cuidado com a aplicação. Mantas de impermeabilização também são clássicos nas perdas, chegando até a 15% em casos de áreas muito recortadas a cobrir. Já no caso dos equipamentos, a questão reside nos períodos de aluguel dos mesmos. Alguns exemplos: Aluguel de andaimes tipo plataforma suspensa de cabo passante paga-se pelo mês, mesmo que você utilize apenas uma semana; Martelete rompedor paga-se preços escalonados para um dia, uma semana, uma quinzena ou um mês, sendo que um mês de aluguel representa, em média, 5 vezes o valor da diária; etc. &nbsp;</p><p> Outro fator nesta equação é a composição de serviços do escopo (projeto) e o planejamento da obra. Imagine que o objeto da obra seja a recuperação de uma fachada revestida de pastilhas de cores mistas. As pastilhas novas sempre apresentam diferenças de tons em relação às antigas. É comum nestes casos que a fachada receba pintura tipo epóxi que uniformiza a cor. Assim, há uma parte do escopo que é fixa e não varia (pintura da fachada) e outra que é variável (substituição das pastilhas). Mesmo que a metragem de substituição de pastilhas caia drasticamente após a realização de uma inspeção, ainda há a pintura, que não sofre alterações. Desta forma, o valor final do serviço não cairá na mesma proporção da substituição de pastilhas. Já o planejamento da obra atua buscando a melhor relação de custo-benefício para o cliente. Obras planejadas sobre estimativas e não sobre quantidades reais perdem muito na aquisição dos insumos e no aluguel de equipamentos. No exemplo do condomínio B, o prazo da obra para as estimativas A, B, C e D foi de 75, 55, 40 e 20 dias respectivamente. Observe que as estimativas B e C teriam que pagar 2 meses de aluguel de andaimes, ou seja, mesmo reduzindo o escopo em 33%, não há redução do aluguel do andaime. Se compararmos as propostas A e D, teremos uma redução de escopo de 75%, mas a redução no custo do andaime será de apenas 66%. &nbsp;</p><p> Em suma, se o seu condomínio vai passar por uma série de obras de alto valor, seja por necessidade de reparos, seja para gerar valorização, é importante ter o assessoramento de um profissional especializado e experiente para analisar todos os elementos citados neste artigo e interagir com as empresas proponentes, pois as oportunidades de economia são muitas, mas as pegadinhas também.</p></div>
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		<title>Inspeção predial: o check up do condomínio</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Aug 2017 13:44:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Santos]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>No cenário de crise econômica atual, a maior meta nos condomínios é a redução de custos para tentar manter o patamar da cota condominial ou ter o mínimo de aumento necessário. Contudo, numa cidade como o Rio de Janeiro, em que a verticalização urbana (transição da tipologia de casas para prédios de apartamentos) intensificou-se já na década de 1920, as&#160;<a href="http://www.santosprojetos.com/inspecao-predial-o-check-up-do-condominio/" class="read-more">Continue Reading</a></p>
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				<content:encoded><![CDATA[<a href="http://www.santosprojetos.com/wp-content/uploads/sites/181206/2017/08/artigo-1-capa.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4351741" src="http://www.santosprojetos.com/wp-content/uploads/sites/181206/2017/08/artigo-1-capa-500x234.jpg" alt="artigo 1-capa" width="500" height="234" /></a>
<p style="text-align: left;">No cenário de crise econômica atual, a maior meta nos condomínios é a redução de custos para tentar manter o patamar da cota condominial ou ter o mínimo de aumento necessário. Contudo, numa cidade como o Rio de Janeiro, em que a verticalização urbana (transição da tipologia de casas para prédios de apartamentos) intensificou-se já na década de 1920, as despesas operacionais dos condomínios não são a única oportunidade de redução de custos. É muito comum encontrarmos no centro, zona sul e parte da zona norte, edifícios com 60 anos ou mais que precisam de cuidados especiais para permanecer em condições de habitabilidade.</p>
<p style="text-align: left;">Assim como uma pessoa idosa, que requer muito mais atenção de seu médico, mesmo para problemas aparentemente simples, um edifício antigo precisa ser olhado também de forma diferenciada. Esse olhar só é obtido de profissionais capazes e experientes na vivência desses problemas, pois a diversidade de sistemas construtivos e materiais de construção que foram utilizados ao longo dessas décadas, seja na construção original, seja em reformas posteriores, contribuem para tornar a análise ainda mais complexa.</p>
<p style="text-align: left;">Nos prédios antigos, qualquer problema que precise de obra para ser resolvido é motivo de grande preocupação dos síndicos. E é neste cenário que uma inspeção criteriosa faz a diferença entre resolver problemas com precisão cirúrgica ou continuar no método de tentativa e erro. Você tem no seu condomínio aquela infiltração recorrente que precisa de obra uma ou duas vezes por ano? Você já teve no seu condomínio problemas aparentemente sem nenhuma correlação que aparecem em sequência? E aqueles problemas insolúveis que as administrações anteriores à sua já desistiram de tentar resolver?</p>
<p style="text-align: left;">Se suas respostas foram “SIM”, na próxima vez que surgir uma demanda, não contrate uma obra de imediato, contrate uma <strong>inspeção</strong>. A inspeção é um processo que se assemelha ao diagnóstico por um médico, de forma simplificada, claro. Primeiro é necessário entrevistar o paciente para capturar seu histórico. Em seguida, é necessário o exame físico do paciente. A partir disso, o médico formula algumas teorias sobre o problema e vê qual se encaixa no histórico e nas evidências do exame físico. Se houver encaixe perfeito com alguma teoria e for algo simples, o paciente pode sair do consultório com uma receita, mas se não houver encaixe perfeito ou não for algo tão simples, o paciente sai com uma bateria de exames a realizar, a fim de produzir mais evidências que possam gerar o encaixe perfeito com algum diagnóstico.</p>
<p style="text-align: left;">Para casos complexos, tanto no caso de um paciente humano quanto no de um paciente “construído”, se o diagnóstico for incompleto ou errado, as consequências são danosas e geram mais custos com novos tratamentos e intervenções. Daí a necessidade de se fazer, antes de tudo, uma inspeção de forma criteriosa e completa. O custo do diagnóstico nem de longe se compara ao custo do tratamento e limita os riscos e as incertezas do processo a um grau aceitável. Você já teve que contratar obras para resolver algum problema no seu condomínio sem saber a sua causa exata? Depois de contratada a obra, surgiram novas demandas que não estavam contempladas no escopo inicial? E esse escopo adicional da obra (e consequente valor adicional) foi facilmente aprovado pela assembleia?</p>
<p style="text-align: left;">Se suas respostas continuam sendo “SIM”, observe esses dados a seguir. Obras que contam com escopo bem definido e detalhado custam entre 20% e 25% menos que uma obra sem projeto, já incluso aí o custo do projeto. Além disso, obras com projeto demoram cerca de 30% menos tempo para serem concluídas, o que significa menor transtorno para os moradores, para o condomínio e para o síndico. Em suma, uma inspeção que, inicialmente parece um “custo”, na verdade é um grande investimento.</p>
<a href="http://www.santosprojetos.com/wp-content/uploads/sites/181206/2017/08/artigo-2-tabela-4-verdades-sobre-projetos.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4351742" src="http://www.santosprojetos.com/wp-content/uploads/sites/181206/2017/08/artigo-2-tabela-4-verdades-sobre-projetos-500x213.jpg" alt="artigo 2-tabela-4 verdades sobre projetos" width="500" height="213" /></a><p>O post <a rel="nofollow" href="http://www.santosprojetos.com/inspecao-predial-o-check-up-do-condominio/">Inspeção predial: o check up do condomínio</a> apareceu primeiro em <a rel="nofollow" href="http://www.santosprojetos.com">Santos Projetos</a>.</p>
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		<title>Sem segurança, não desce para o play!</title>
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		<pubDate>Thu, 03 Aug 2017 13:07:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Equipe Montagem]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Sem segurança, não desce para o play As férias escolares terminaram, mas não é por isso que devemos deixar de lado a preocupação com o estado de conservação de plays e parquinhos, lugares bastante frequentados pela garotada durante todo o ano. O arquiteto e diretor da Santos Projetos, Fernando Santos, lembra que nos espaços projetados para crianças de qualquer idade,&#160;<a href="http://www.santosprojetos.com/sem-seguranca-nao-desce-para-o-play/" class="read-more">Continue Reading</a></p>
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    <div  class="scb-sc-el scb-qm-txt motopress-text-obj"><h2>Sem segurança, não desce para o play<br /></h2></div>
    <div class="scb-sc-el motopress-space-obj" style="height: 13px;"></div>
    <div  class="scb-sc-el scb-qm-txt motopress-text-obj"><p><span style="font-size: 14px;" data-mce-style="font-size: 14px;">As férias escolares terminaram, mas não é por isso que devemos deixar de lado a preocupação com o estado de conservação de plays e parquinhos, lugares bastante frequentados pela garotada durante todo o ano. O arquiteto e diretor da Santos Projetos, Fernando Santos, lembra que nos espaços projetados para crianças de qualquer idade, deve-se ter muito cuidado com janelas e peitoris. “No caso dos condomínios, vale investir na instalação de grades ou redes de proteção. Caso não seja possível, evite colocar mobiliários próximos&nbsp;às janelas e peitoris, como bancos, cadeiras e pufes, que são fáceis de escalar. O mesmo vale para os brinquedos que não devem ficar perto de janelas. Tomadas também precisam de atenção, principalmente as que ficam em alturas baixas. Todas devem receber&nbsp;aquela tampinha de proteção típica para evitar contatos inesperados”, ressalta.</span><br /><br /></p><p><span style="font-size: 14px;" data-mce-style="font-size: 14px;">Gangorra, escorrega e balanço, de acordo com Santos, precisam ser inspecionados, no mínimo, uma vez por ano. Se apresentarem pontos de oxidação, devem ser tratados imediatamente. “Esses grandes brinquedos, em sua maioria, são construídos com estrutura metálica e ficam expostos ao tempo. Se não forem inspecionados regularmente e mantidos adequadamente, podem sofrer com a oxidação, especialmente nos pontos de fixação no chão e nas partes mais altas, que recebem mais sol e chuva. Assim, além dos acidentes estruturais, a criança ainda pode acabar se cortando nas partes enferrujadas, ficando exposta ao tétano a e outras doenças”, explica o arquiteto.</span></p><p><span style="font-size: 14px;" data-mce-style="font-size: 14px;">&nbsp;</span><br /></p><p><span style="font-size: 14px;" data-mce-style="font-size: 14px;">Ele complementa que os brinquedos de plástico,&nbsp;em comparação com os brinquedos metálicos e de PET, têm durabilidade menor, ainda mais se expostos ao sol e à chuva diretamente por muitas horas. “Os raios ultravioleta deterioram o plástico, que resseca e se torna quebradiço com o tempo, fragilizando o aspecto estrutural do brinquedo. Além disso, ao aparecerem pequenas fissuras, o brinquedo exposto às chuvas pode acabar tendo sua estrutura preenchida com água, que acumula sujeiras e pode se tornar criadouro de vetores de doenças das mais variadas, incluindo a dengue, a zika e a chikungunya. Essas fissuras, com o uso continuado, tendem a aumentar e, dependendo da sua localização no brinquedo, podem provocar cortes nas crianças da mesma forma que os brinquedos de ferro”, alerta.</span></p><p><span style="font-size: 14px;" data-mce-style="font-size: 14px;">&nbsp;</span><br /></p><p><span style="font-size: 14px;" data-mce-style="font-size: 14px;">Para que a brincadeira seja segura, o diretor da Santos Projetos recomenda que síndicos e moradores estejam sempre de olho em alguns detalhes como a fixação dos brinquedos no chão e se não há pontos de ferrugem avançada em outras partes, em especial nos pontos onde as crianças seguram e sentam. “Nos escorregas, observar a prancha e as laterais onde correm as mãos dos pequenos. Já nos balanços, atentar para o estado das correntes que seguram os assentos e o estado geral do eixo superior. E no caso de gangorras, atentar para a alça e o eixo do brinquedo. Hoje em dia, há muitos brinquedos feitos de PET reciclado, que não enferrujam, mas a fixação das peças do brinquedo e do brinquedo no chão ainda é feita por parafusos metálicos, que precisam ser inspecionados e mantidos em boas condições”, diz.</span></p><p><span style="font-size: 14px;" data-mce-style="font-size: 14px;">&nbsp;</span></p><p><span style="font-size: 18px;" data-mce-style="font-size: 18px;"><strong>Mais dicas da Santos Projetos:</strong></span></p><p><span style="font-size: 14px;" data-mce-style="font-size: 14px;">*Se o prédio não tem brinquedos e a intenção é investir em alguns, é importante contar com um arquiteto para fazer o melhor projeto para o local, pois cada brinquedo tem uma área de segurança em seu entorno, que permite que a brincadeira corra tranquilamente e sem interferir nos outros brinquedos e em outras brincadeiras.</span></p><p><br /></p><p><span style="font-size: 14px;" data-mce-style="font-size: 14px;">*Para bebês e crianças de até 3 anos, que estão na fase de aprender a andar e a dominar o equilíbrio, pode ser interessante ter um piso emborrachado anti-impacto no play, além das já citadas redes de proteção ou grades nas janelas e peitoris adjacentes à área de brincadeira.</span><br /><br /></p><p><span style="font-size: 14px;" data-mce-style="font-size: 14px;">*Também é interessante que a área de brincadeira dos pequeninos seja mais confinada, com uma única saída, para evitar “fugas” para as áreas de crianças maiores. Esse cuidado impede que os menores recebam possíveis esbarrões ou boladas.</span></p><p><span style="font-size: 14px;" data-mce-style="font-size: 14px;">&nbsp;</span><br /></p><p><span style="font-size: 14px;" data-mce-style="font-size: 14px;">*No caso de crianças maiores, é importante redes de proteção ou grades, pois a curiosidade e a capacidade de subir em janelas e peitoris é bem maior. Vale manter os locais de acesso restrito com as portas devidamente trancadas, pois as crianças adoram explorar seus prédios. Além disso, crianças grandes já jogam bola com chutes fortes e as redes e grades não deixam que a bola se perca, evitando correria pelo prédio e pelas ruas atrás de bola.</span></p></div>
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