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	<title>Santos Projetos &#187; condomínios</title>
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	<description>Arquitetura e assessoria a condomínios</description>
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		<title>Para refrescar com eficiência, segurança e economia</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Aug 2017 14:27:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Santos]]></dc:creator>
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    <div  class="scb-sc-el scb-qm-txt motopress-text-obj"><p>Com os termômetros quase sempre nas alturas, o ar condicionado está sendo um dos aparelhos mais utilizados atualmente. Quem está em vias de adquirir um novo, seja o modelo de parede ou Split, precisa estar atento a algumas dicas e procedimentos para fazer a escolha mais adequada ao perfil. Os modelos Split, por exemplo, estão em alta e oferecem muitas vantagens em relação aos de janela. O arquiteto e diretor da Santos Projetos, Fernando Santos, afirma que a principal vantagem do Split é o desempenho, pois a troca de calor ocorre na parte de fora do cômodo refrigerado, na unidade condensadora. “No aparelho de janela, as etapas do processo de refrigeração acontecem todos numa caixa única, o que reduz sua eficiência. Isso quer dizer que o consumo de energia elétrica é menor. Um aspecto que contribui para o melhor desempenho do aparelho Split é que se faz apenas um furo na parede entre o ambiente interno e o externo para conexão das unidades evaporadora (interna) e condensadora (externa). Já os aparelhos de janela dependem de um grande vão na parede, que são difíceis de vedar após a instalação do equipamento. Isso causa a perda de ar refrigerado pelas frestas, exigindo mais potência do aparelho”, explica. &nbsp; </p><p>Outro aspecto importante, segundo ele, é que, especialmente em apartamentos, muitas vezes o único local para instalar o aparelho é abaixo do peitoril da janela. “Como o ar frio dentro do ambiente tende a ficar abaixo do ar quente, um aparelho numa posição baixa leva mais tempo e consome mais energia para conseguir refrigerar todo o volume de ar do cômodo. A melhor posição para o um aparelho de ar condicionado é sempre na parte superior, pois, assim, se consegue refrigerar o ambiente mais rapidamente”, diz o arquiteto. &nbsp; Santos complementa que, no caso do Split, a unidade condensadora fica fora do ambiente, o que reduz muito a vibração e os ruídos do compressor do aparelho, fazendo dele um equipamento mais silencioso que o aparelho de janela. “Por sua vez, o aparelho de janela é mais portátil que o Split. Numa eventual mudança do morador dono do equipamento, o aparelho de janela é só retirar e levar. Já o Split, como a instalação embute tubulações e fiações nas paredes, numa eventual mudança, os equipamentos podem até ser retirados, mas o que está na parede vai ter que ficar. Será necessário fazer nova instalação na nova morada, rasgando parede e tudo o mais, o que é caro e depende de profissionais especializados. O aparelho de janela, se já tiver um vão específico para ele na nova casa, é só colocar, vedar as frestas e ligar na tomada”, compara o profissional. &nbsp; &nbsp; </p><p>Além destes cuidados, o diretor da Santos Projetos ressalta que, para qualquer tipo de aparelho de ar condicionado, é importante estimar a carga térmica do local para que a potência do sistema seja compatível e tenha bom desempenho. “O cálculo da carga térmica a refrigerar do ambiente depende de vários fatores entre eles tamanho, orientação em relação ao sol, tipo de cobertura, tipo de uso, aparelhos eletroeletrônicos em seu interior, e quantidade de pessoas que habitam ou usam etc. Um aparelho subdimensionado vai consumir mais energia para refrigerar um ambiente do que um aparelho de maior potência, além de ter sua vida útil muito reduzida. Em residências, as cargas térmicas são muito previsíveis. As lojas especializadas têm tabelas que ajudam no cálculo simplificado e na especificação do sistema e potência mais adequados”. &nbsp; </p><p>Antes de fechar a compra, leve em consideração: ambientes que recebem sol da tarde são mais quentes que aqueles que recebem sol da manhã. Deve-se considerar ainda se há insolação direta ou se existe algum elemento que quebre a entrada do sol no local, como árvores e outros prédios. “Em um condomínio, por exemplo, o último andar é sempre mais quente que os que estão abaixo, pois recebe isolação direta em sua cobertura. O tipo de cobertura também influencia muito. Locais com laje de concreto sem telhado acumulam muita carga térmica. Assim como as telhas metálicas sem laje que transferem carga térmica mais intensa e rapidamente que telhas de fibrocimento ou telhas de barro (cerâmicas)”, conta Santos. <strong>&nbsp;</strong> </p><p><strong>A lei do pinga-pinga</strong> <strong>&nbsp;</strong> </p><p>Um dos transtornos mais relatados por quem mora em condomínios, no que diz respeito aos aparelhos de ar condicionado, é o famoso “pinga-pinga”, principalmente durante a noite, quando há mais silêncio e o ruído acaba atrapalhando o sono de muita gente. Para evitar este problema, foi sancionada pela Prefeitura do Rio a Lei 2.749/1999, que coíbe o gotejamento irregular proveniente destes aparelhos. “A lei determina que o aparelho deve ser instalado com dispositivo coletor do efluente do dreno, mas, uma vez que a fachada é responsabilidade do condomínio, o tal dispositivo deve ser aprovado em assembleia, seja qual for o formato ou modelo. Normalmente, o que os condomínios fazem é instalar tubulação coletora nas fachadas, de forma que, em cada janela, haja um acesso em que o dono do aparelho poderá botar uma mangueira de borracha para guiar o dreno até a tubulação, evitando o lançamento direto na rua ou nas partes comuns do prédio. Aparelhos de ar condicionado de janela drenam água sempre para fora, o que faz essa tubulação coletora mais necessária ainda. No caso dos aparelhos tipo Split, o dreno pode ser direcionado através de tubulações embutidas na parede para locais apropriados, como ralos e tubulações de esgoto do tanque e da máquina de lavar. Mas nem sem a melhor posição do aparelho permite esse direcionamento, daí a importância, novamente, da tubulação coletora na fachada”, explica o diretor da Santos Projetos. &nbsp; Fernando Santos ressalta que o morador que lança o dreno diretamente na rua pode ser multado pela Prefeitura e o condomínio poderá ser acionado também. “</p><p>A instalação de qualquer aparelho de ar condicionado deve ser comunicada ao síndico, pois se trata de um serviço que interfere na fachada do prédio.&nbsp;Além disso, cada condomínio tem suas próprias normas e é importante esse contato para que o síndico passe as regras locais, no caso de morador novo.&nbsp;Em prédios muito antigos, o contato com o síndico pode revelar impedimento devido à rede elétrica do prédio. Em muitos casos, a instalação elétrica de apartamentos antigos é monofásica, não suportando a carga do aparelho. E, mesmo que o morador disponha de recursos financeiros para realizar um aumento de carga em sua unidade, o prédio pode não dispor de estrutura interna para adequar suas instalações aos padrões atuais e normas das concessionárias de energia elétrica”, alerta o executivo. &nbsp;&nbsp;</p><p><strong>Para otimizar o uso</strong> </p><p>Confira algumas dicas para otimizar o uso do ar condicionado e ainda reduzir a conta de luz: </p><p>– Manutenção básica. Durante o verão, numa situação de uso residencial, em que a demanda maior é durante a noite, os filtros devem ser limpos, no máximo, uma vez a cada duas semanas. O ideal é limpar semanalmente para evitar alergias; </p><p>– Vedar bem todas as frestas e não ligar o aparelho com janelas e portas entreabertas, para evitar perder o ar já refrigerado. – Evite o “entrar e sai” do ambiente, pois todas as vezes que a porta é aberta, acontece a perda de ar frio. Pode-se notar que frequentemente, ao abrir a porta e sair, o compressor do aparelho é acionado. </p><p>– Na fachada mais exposta ao sol, especialmente ao sol da tarde, ao sair de casa, deixe as cortinas bem fechadas. Se a insolação for muito forte, pense em aplicar películas escuras ou instalar toldo. Com a carga térmica reduzida, o aparelho de ar condicionado vai despender menos potência, e consumir menos eletricidade, para deixar o ambiente em uma temperatura agradável. Além disso, você preserva por mais tempo as cores dos revestimentos (paredes coloridas, pisos de madeira) e tecidos (sofá, cadeiras, roupas de cama).</p></div>
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		<title>Varanda livre das infiltrações</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Aug 2017 14:20:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Santos]]></dc:creator>
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    <div  class="scb-sc-el scb-qm-txt motopress-text-obj"><p>Quem tem varanda em casa precisa estar em dia com a manutenção do espaço para evitar possíveis infiltrações. O transtorno pode ser causado pela água das chuvas ou outras fontes de umidade. Fernando Santos, arquiteto e diretor da Santos Projetos, comenta que o segredo está na conservação do rejunte (massa usada para preencher os espaços entre os ladrilhos). “A manta que fica embaixo do piso vai perdendo sua eficácia com o tempo. Por isso, sugiro fazer a manutenção do rejunte de cinco em cinco anos para compensar e prevenir as infiltrações. Além disso, é recomendado verificar se há fissuras no piso, pois elas também podem permitir a passagem de água. Se já houver infiltração, a dica é contratar um arquiteto ou engenheiro para identificar a necessidade de refazer a impermeabilização com manta ou com outros produtos. Dependendo do caso, pode ser necessário quebrar o piso. Na Santos Projetos, nós assessoramos tanto o síndico quanto o morador na identificação da causa e na solução do problema”, explica Santos. &nbsp; </p><p>O diretor cita ainda outros cuidados: “Evite colocar plantas sem suporte diretamente no piso porque o fundo do vaso retém muita umidade. Nas varandas com ralo, observar se existem fissuras no PVC e deixar o ralo sempre limpo para evitar entupimento. Com as chuvas mais fortes, o ralo entupido pode formar uma “piscina”, causando vazamentos. Sem contar que estas medidas também são eficazes para evitar o mosquito transmissor de doenças como dengue,&nbsp;chikungunya&nbsp;e zika”, lembra. &nbsp; O executivo ressalta que qualquer obra, mesmo interna do apartamento, deve ser informada ao síndico, pois é preciso seguir as regras do condomínio. No caso das varandas, a modificação deve seguir o projeto de fachada do prédio. “Se a obra for interna, a responsabilidade é do proprietário do imóvel, mas se houver partes que envolvam a fachada, o síndico precisa ser acionado. Mais uma vez destaco que é importante contratar um arquiteto ou um engenheiro para identificar o problema e dar suporte na solução do mesmo”, destaca Santos. &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; </p><p>Com os revestimentos em dia, não esqueça ainda da conservação dos móveis e dos acessórios de decoração. Guardá-los secos em local coberto e ventilado é essencial para a durabilidade dos objetos. No caso dos móveis de madeira, a impermeabilização também é indicada porque o produto cria uma barreira de proteção da madeira, evitando a deterioração ou apodrecimento. A limpeza pode ser feita com pano umedecido em água, seguido de um pano seco para finalizar. Se na sua varanda os móveis são de alumínio, com aplicação de fibras sintéticas ou tiras de PVC, por exemplo, o conselho de especialistas é simples: esponja com água e sabão neutro.</p></div>
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		<title>Inspeção predial: estudo de caso</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Aug 2017 13:55:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Fernando Santos]]></dc:creator>
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    <div  class="scb-sc-el scb-qm-txt motopress-text-obj"><p>Agora vou dar dois exemplos de como a inspeção predial é um grande investimento para o condomínio. Tive a oportunidade de realizar inspeção em um prédio na Tijuca (vamos chamar de condomínio A), cujo síndico demandou uma análise de estabilidade das peças de granito das fachadas, pois uma havia se soltado e, por sorte, caiu na rua sem causar maiores danos. As fachadas de frente e de fundos têm, juntas, aproximadamente 80m<sup>2</sup> de granito dividido em peças de tamanhos variados. Foram feitos testes de percussão e de arrancamento em todas as peças de granito com um alpinista industrial. Na inspeção, foram marcadas com tinta e fotografadas as peças com problemas de fixação. Concluiu-se que era necessária a substituição de aproximadamente 5m<sup>2</sup> de granito (6,25% do total). Além das peças visualmente identificadas nas fachadas e, após a entrega de um relatório de inspeção indicando o melhor tratamento para o caso, minha empresa também emitiu uma proposta para a realização do tratamento. &nbsp;</p><p><br data-mce-bogus="1"></p><p style="text-align: left;" data-mce-style="text-align: left;">Em outro condomínio, no Jardim Botânico (vamos chamar de condomínio B), fui chamado, em parceria com uma empresa de Engenharia, a dar proposta para recuperação de elementos de concreto de uma fachada, como caixas de ar condicionado e quebra-sóis das janelas de área de serviço dos apartamentos. Foram fornecidas as medidas das peças, mas não havia nenhum relatório identificando onde estavam as peças problemáticas e nem qual a metragem total de tratamento. Sugeri à síndica que fizesse uma inspeção prévia para identificar os pontos e quantificar a área de tratamento para que ela não tivesse incerteza na hora da contratação. Cheguei a emitir uma proposta específica para isso, mas minha ideia não foi bem recebida. O prédio tem 10 andares e, na impossibilidade de inspecionar a fachada, levei uma câmera com zoom poderoso a fim de captar imagens dos andares mais altos, porém, só pude fazer imagens pela parte de baixo das peças. Após analisar todas as fotos (por volta de 300) e fazer todas as estimativas possíveis, cheguei a uma área de tratamento equivalente a 40% do total da amostragem. Quando a síndica recebeu a proposta, criticou o valor e afirmou que o outro orçamento que tinha recebido era 1/3 do valor do meu. Mas não disse que área de tratamento estava sendo ofertada pelo outro proponente, pois, segundo a gestora, “não seria ético fornecer dados da proposta do concorrente”.</p><p style="text-align: left;" data-mce-style="text-align: left;">&nbsp;<br /></p><p style="text-align: left;" data-mce-style="text-align: left;">Resumindo: no condomínio A, feita a inspeção, havia uma determinação documental de quantas e quais peças de granito precisavam ser substituídas. A cotação de preços foi feita em cima de números concretos, garantidos pela empresa que realizou a inspeção, o que levou a uma diferença de menos de 1% entre os preços das 2 melhores propostas. No condomínio B, a incerteza quanto à área de tratamento levou a uma diferença de valor entre as duas únicas propostas obtidas ao absurdo de quase 60%, sendo que não há nenhuma garantia de que uma seja certa e outra errada. Podemos concluir novamente que a inspeção predial não é um custo e sim um investimento. Veja a seguir os seis erros que comprometem o processo de cotação de uma obra condominial:</p><p style="text-align: left;" data-mce-style="text-align: left;">&nbsp;<br /></p><p style="text-align: left;" data-mce-style="text-align: left;"><a href="http://www.santosprojetos.com/wp-content/uploads/sites/181206/2017/08/artigo-1-tabela-6-erros-cotação.jpg" data-mce-href="http://www.santosprojetos.com/wp-content/uploads/sites/181206/2017/08/artigo-1-tabela-6-erros-cotação.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-4351748" src="http://www.santosprojetos.com/wp-content/uploads/sites/181206/2017/08/artigo-1-tabela-6-erros-cotação-500x356.jpg" alt="artigo 1-tabela-6 erros cotação" width="500" height="356" data-mce-src="http://www.santosprojetos.com/wp-content/uploads/sites/181206/2017/08/artigo-1-tabela-6-erros-cotação-500x356.jpg"></a></p><p>&nbsp;</p></div>
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